Em Milão, na primavera de 1968, um carteiro entrega uma carta na vila de um industrial, anunciando a chegada, no dia seguinte, de um hóspede desconhecido. O rapaz (Terence Stamp) não apresenta nenhuma qualidade particular e passa a maior parte do tempo lendo um livro de Rimbaud. Esta postura estranha, alheia a tudo e a todos, atrai os moradores da casa. A primeira é a empregada Emília (Laura Betti). Em seguida vem Piero (Andrés José Cruz Soublette) que, com o hóspede, descobre sua diversidade sexual. Os próximos são Lucia (Silvana Mangano), a esposa e dona da casa; Odetta (Anne Wiazemsky), estudante introvertida; e por fim o próprio pai (Massimo Girotti), representante maior da burguesia que detém os meios de produção na sociedade.Fontes e CONTATO:
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Teorema
Em Milão, na primavera de 1968, um carteiro entrega uma carta na vila de um industrial, anunciando a chegada, no dia seguinte, de um hóspede desconhecido. O rapaz (Terence Stamp) não apresenta nenhuma qualidade particular e passa a maior parte do tempo lendo um livro de Rimbaud. Esta postura estranha, alheia a tudo e a todos, atrai os moradores da casa. A primeira é a empregada Emília (Laura Betti). Em seguida vem Piero (Andrés José Cruz Soublette) que, com o hóspede, descobre sua diversidade sexual. Os próximos são Lucia (Silvana Mangano), a esposa e dona da casa; Odetta (Anne Wiazemsky), estudante introvertida; e por fim o próprio pai (Massimo Girotti), representante maior da burguesia que detém os meios de produção na sociedade.